O tiozão mais feliz da balada

E de repente me vi: pés descalços, óculos de plástico verde-limão segurando os cabelos como tiara, tirinhas luminosas nos pulsos em múltiplas cores, boá de plumas cor-de-rosa enrolado no pescoço, saia arrastando no chão sem piedade, braços indo e vindo em movimentos tolos e ritmados. Um sorriso que virava risada, um passinho para cá e outro para lá, uma careta para a foto. Tinha me transformado no tiozão da balada. E o tiozão era o cara mais feliz da balada. Continuar lendo “O tiozão mais feliz da balada”