Perdoe minha paranoia

Perdoe minha paranoia, mas eu não vou sair agora. 

Tenho guardado uma coleção de abraços para quando tudo isto acabar. É uma gaveta grande que guarda carinhos e cafés compartilhados e longas caminhadas, e passeios sem rumo e churrascos no sol; mas tenho outra, ainda um pouco vazia, que carrega o sonho de conversas mais leves sobre como aquele tempo foi louco e passou. Lembra quando a gente não aguentava mais ficar em casa? No fim aguentamos e ficamos seguros, e passou. Que bom. Continuar lendo “Perdoe minha paranoia”