(Des)aprendendo a escrever

Escrevo desde criancinha e nunca dei muita bola pra isso. Simplesmente inventava histórias para as minhas bonecas, para os personagens que eu gostava da televisão, ou criava minhas próprias heroínas estranhas e as colocava no papel – fosse em forma de quadrinhos, anotações nos cantos dos desenhos ou, certa vez, num calhamaço de papel escrito à mão, com capa e tudo como num livro de verdade.

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Ócio, velho desconhecido

Quando era mais nova, ouvia falar de um tal de “ócio criativo”. O nome era engraçado, parecia desculpa para não se fazer nada… Mas era coisa de artistas, de boêmios, devia ter o seu valor. Fosse como fosse, a verdade é que eu nunca o tinha praticado. Pelo menos, não conscientemente.

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Por amor às palavras

Faz tempo que não escrevo. Escrevo todos os dias, teço notícias, listas, análises, escrevo títulos, linhas finas, legendas, roteiros e sinopses, posts e anotações, críticas e comparações, mas há muito tempo que não escrevo nada. Um dia destes, entendi por quê. Continuar lendo “Por amor às palavras”