Rapidinhas

A semana no cinema | de 03/12 a 10/12

Olá, pessoal! 

A partir de hoje, o Caderno J terá, toda semana, um resuminho com as principais notícias de cinema (e um pouco de séries também)  – dos trailers mais comentados até as polêmicas mais obscuras. Divirtam-se!

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Meus favoritos de 2018

Chamem-me de piegas, mas sou daquelas pessoas que aproveitam o período entre dezembro e janeiro para fazer o “balanço” do ano que passou e anotar os projetos, metas e tendências para o ano que vem. Retrospectivas são comigo mesmo e talvez esta seja a única época em que eu realmente vejo sentido em fazer listas. Então, antes de olhar para 2019 com olhos curiosos, quero compartilhar com vocês um pouco do que eu vi, li e descobri em 2018. Vamos?

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Histórias descartáveis

Quando foi a última vez que você assistiu a um filme que ficou com você? Digo, realmente ficou, até que você assistisse de novo, lesse uma crítica, convencesse todos os seus amigos a verem também e finalmente incorporasse frases inteiras, ideias e referências da tela para a sua vida? Faz tempo, né? Continuar lendo “Histórias descartáveis”

“La La Land – Cantando Estações”

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Quem diria que, em pleno 2017, estaríamos falando seriamente sobre um filme cuja sequência inicial envolve dezenas de bailarinos dançando em cima de carros, cantando alegremente e até colocando as mãos para o alto como se estivessem num musical da Broadway ou numa cena de Grease… O fato é que talvez não estaríamos se esse filme não tivesse sido criado por um jovem apaixonado chamado Damien Chazelle.

Para quem não se lembra, Chazelle foi a mente perturbada por trás de “Whiplash”, concorrente pequeno do Oscar 2015 que logo se tornou gigante pelo boca-a-boca e talvez tenha sido o filme mais unânime daquele ano (pelo menos eu não me lembro de ter ouvido ninguém dizer que não gostou – apenas, talvez, que não tenha assistido).

Agora, seu novo projeto não tem mais a vantagem do anonimato e chega aos cinemas carregado de expectativas – o que, curiosamente, parece ter funcionado muito bem para Chazelle. Seu “La La Land”, ao contrário de “Whiplash”, não pretende ser pequeno. Seu objeto não é mais o artista solitário, ou uma jornada pessoal rumo à maestria, mas sim a indústria em torno dele. É como se o garoto iniciante tivesse alcançado a perfeição e, agora, buscasse seu lugar de direito. É como se, agora, ele tivesse que descobrir o que fazer com sua arte (e com sua vida).


O filme tem como protagonistas um pianista de jazz (Ryan Gosling) que sonha em poder tocar livremente, sem perder o emprego a cada improviso, e uma atriz iniciante (Emma Stone) que serve cafés dentro do complexo da Warner, mas não consegue ser levada a sério nas audições. Entre um tropeço e outro, os dois se encontram, se conhecem, e descobrem os sonhos um do outro.

Então, assim como a velha Hollywood que o inspira, “La La Land” se revela grandioso. Na verdade, gigantesco: o filme parece absorver toda a expectativa depositada nele e devolver em dobro, em excessos obsessivamente calculados e geometricamente perfeitos. Desde o ritmo musical presente nos gestos, nos diálogos e especialmente na montagem de Tom Cross (que também trabalhou em “Whiplash”) até a delicadeza dos cenários e dos figurinos, mistos de uma memória nostálgica e um mundo de sonhos, “La La Land” pode se gabar de ser uma produção impecável.

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O perfeccionismo técnico, porém, não parece ter sido suficiente para garantir a mesma imunidade de “Whiplash“. Otimismo, afinal, sempre gera desconfiança. Há quem diga que toda a homenagem a Hollywood (as referências a clássicos dos anos 50 e 60 estão por toda a parte), o tom romântico (mesmo que melancólico) e o próprio formato de musical sejam formas de escapismo, como se o filme evitasse lidar com as dificuldades do mundo real. Essa, entretanto, me parece uma acusação extremamente simplista.

La La Land” pode não ser um filme político, mas nem por isso é vazio. Sua mensagem é tão sincera e necessária quanto qualquer outra – talvez até mais, em tempos de desesperança generalizada. Ele diz: “dane-se o mercado”. E então se encaixa no mercado, transformando-o. Ele ensina que é preciso acreditar na sua arte ou o resto do mundo deixará de acreditar. Se isso não é um manifesto pela esperança, então não sei o que é…

A verdade é que, ao conquistar o mundo com um musical à moda antiga, quase ingênuo diante de dramas viscerais como “Moonlight” e “Animais Noturnos”, Chazelle prova que, sim, tudo é possível. Que, não importa o quão tolo pareça seu sonho, ele não é irrelevante nem ultrapassado. “Pessoas valorizam o que é feito com paixão”, pondera a personagem de Emma Stone em certo momento, como se falasse do próprio filme… E “La La Land” é isso: pura e sincera paixão.

 

O Apartamento (2016)

Se há um diretor que está dominando o cinema iraniano atualmente, é Asghar Farhadi. Pela quarta vez, um filme seu é o representante do país na categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar e, pela segunda vez, ele é selecionado, pelo menos entre os nove finalistas (o primeiro foi “A Separação”, que levou a estatueta).

O Apartamento”, drama que estreia nesta quinta-feira no Brasil depois de ser exibido brevemente na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, é ao mesmo tempo muito diferente e muito similar aos seus trabalhos mais recentes, “O Passado” (2013) e “A Separação” (2011). Diferente no tema, similar na forma e na mensagem.

“O Apartamento” conta a história de um casal que é obrigado a se mudar depois que uma reforma no terreno ao lado coloca em risco a estrutura de seu prédio. Sem tempo ou dinheiro para procurar algo permanente, eles aceitam a oferta de um amigo, que lhes aluga um imóvel que acabara de ficar vago.

Esse amigo é um membro do grupo de teatro do qual eles participam, que ensaia a peça “A Morte de Um Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller. Em inglês, o título do filme é “The Salesman”, em alusão a esse caixeiro, mas a verdade é que as duas histórias têm muito pouco em comum.

O foco aqui não é uma ilusão de importância cultivada por um homem ambicioso, mas sim algo muito mais íntimo, como um trauma familiar. Um crime acontece dentro do apartamento, ligado à antiga moradora, e o que o filme busca é compreender os sentimentos que cada um dos moradores desenvolve após o evento. Mais uma vez, Farhadi estuda de perto as diferenças entre a perspectiva do homem e da mulher e, mais uma vez, não existe certo e errado em suas ações.

A olhos acostumados com o cinema ocidental, “O Apartamento” tende a parecer um pouco cru. Faltam-lhe cores, faltam-lhe sons. Os enquadramentos nem sempre são os mais ousados ou os mais expressivos. Mas isso tudo acaba apenas evidenciando as atuações de Shahab Hosseini e Taraneh Alidoosti, e os diálogos escritos por Farhadi.

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No fim, “O Apartamento” é um filme tão incômodo quanto “A Separação” e, mesmo que menos completo, talvez seja ainda mais relevante para o público de hoje. Em meio a silêncios, brigas e atitudes desastrosas bem intencionadas, o longa traz uma representação mais realista e menos maniqueísta dos conflitos de gênero, e principalmente das dificuldades que o mundo masculino ainda tem para enxergar uma mulher como dona de si mesma.

“O Apartamento” foi premiado em Cannes como o Melhor Roteiro e Melhor Ator (Hosseini) e também está indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.

Rogue One: Uma História Star Wars

Faz apenas um ano, mas eu já tinha me esquecido de como era assistir a um “Star Wars” na tela grande do cinema. A trilha musical épica, as estrelinhas falsas sobre o fundo preto, a nave gigantesca que de repente se projeta diante de você… Só faltou o letreiro amarelo, se afastando horizontalmente como um longo pergaminho. “Rogue One: Uma História Star Wars” não o tem, mas não demora para entendermos por quê.


O filme que estreia nesta quinta (15), o primeiro spin-off da franquia, é um “Star Wars”, mas não é. É parte daquele universo, com certeza, e sua história amarra com maestria os pontos da saga que tão bem conhecemos, mas sua natureza é diferente em muitos sentidos. “Rogue One” é um filme de guerra, é um filme de ação, e, definitivamente, não é um filme de personagens. Mas é um filme com alma.

Explico: o longa, que preenche a lacuna entre os Episódios III e IV, tem a função de mostrar ao público como o projeto da primeira Estrela da Morte foi roubado de Darth Vader e entregue à princesa Leia, desencadeando toda a aventura que vemos em “Uma Nova Esperança”. Assim, o foco principal é a missão, é o passo-a-passo de como um grupo de rebeldes conseguiu invadir a base imperial e cumprir seu objetivo – não a história pessoal de uma família perdida, de amigos fiéis ou jovens em conflito, mas uma história de guerra.

Não que “Rogue One” não tenha personagens com problemas pessoais e relações complexas, mas esse, simplesmente, não é o foco. Quem comanda o grupo é Jyn Erso (Felicity Jones), uma jovem fora-da-lei criada por um rebelde radical que se separou do pai quando criança. Ele, contra sua vontade, foi trabalhar para o Império como engenheiro-chefe de uma nova arma (a Estrela da Morte) e nunca mais voltou. Agora, a notícia de que existe uma arma capaz de destruir planetas chegou à Aliança e Jyn é convocada por seus líderes (incluindo os veteranos Mon Mothma e Bail Organa, pai adotivo de Leia) para ajudar numa missão de resgate ao seu pai.

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Estabelecido esse pontapé inicial, é hora de partir para a ação. E você nunca viu tanta ação num filme da franquia Star Wars quanto aqui: são tiros para todos os lados, explosões, lutas com bastões e espadas, destruição de naves, cidades e planetas, tudo isso sem muito tempo para respirar. Diferente dos outros episódios, este spin-off se rebela até mesmo na forma. Nada de conversas descontraídas no bar, noites de descanso antes da batalha, manobras mirabolantes ou personagens engraçadinhos para quebrar o gelo. Há, sim, momentos de humor e há, sim, um droide adorável (espere até conhecer o K-2SO!), mas o tom é muito mais tenso e impaciente.

Apesar das diferenças, “Rogue One” ainda é um “Star Wars” e, como tal, tem todo o fan service que o público espera. Darth Vader está lá, mais bad ass do que nunca; a trilha de John Williams está lá, levemente modificada; eventos da trilogia original são mencionados e outros personagens queridos são pincelados como easter eggs. Uma das referências é, inclusive, bastante bizarra. O Grand Moff Tarkin, comandante da Estrela da Morte que aparece em “Uma Nova Esperança”, tem um papel central aqui. O problema é que o ator, Peter Cushing, morreu em 1994 e teve seu rosto recriado digitalmente para o papel. Bem feito, mas um tanto sinistro.

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Diferente na forma e familiar no conteúdo, o filme vai se desenrolando aos poucos, mas não se define realmente até os 10 minutos finais – mas são os 10 minutos que farão seu ingresso valer a pena. Você provavelmente vai ficar sem fôlego e aplaudir o filme ao subir dos créditos, como fizeram dezenas de críticos na sessão de imprensa. “Eles realmente fizeram isso?”, você vai pensar. Sim, fizeram.

Antes desse gran finale, “Rogue One” era um bom filme com algumas soluções convencionais de roteiro, boas sequências de ação e curiosidades para fãs, mas seria esquecido em pouco tempo. Depois dele, absolutamente tudo ganha um novo sentido, mais poderoso e relevante. A guerra, finalmente, é real.

Rogue One: Uma História Star Wars” chega aos cinemas no dia 15 de dezembro.

Animais Fantásticos e Onde Habitam

2016 está sendo, mesmo, um ano sombrio para blockbusters. Os fãs que me perdoem, mas “Batman vs Superman” foi um fiasco, “Guerra Civil” foi apenas OK, “Esquadrão Suicida” foi um desastre completo e “Doutor Estranho” não impressionou ninguém. Agora, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” – o tão esperado spin-off da franquia Harry Potter, escrito pela própria J.K. Rowling e estrelando o vencedor do Oscar Eddie Redmayne – chega para despejar a última pedra de gelo nas cabeças dos fãs, já resfriados depois de tantas decepções.


Não me levem a mal, sou fã de Harry Potter desde os meus 12 anos. Fui ao cinema com a melhor das intenções e, inclusive, me diverti muito. Curti cada minuto do novo filme de David Yates, ri com suas criaturas fofas e apreciei suas imagens belíssimas, mas sabe o que aconteceu no final? Não aconteceu…

Não saí nem um pouco emocionada. Não saí com a sensação de conhecer cada um daqueles personagens como se fossem meus melhores amigos, nem com a vontade de assistir de novo ou de pegar um graveto e sair girando por aí como se fosse uma varinha! Não que eu fosse fazer isso, é claro… Mas vocês entenderam.

O fato é que “Animais Fantásticos e Onde Habitam” parece não ter aprendido a lição mais importante de “Harry Potter”: o segredo não era a magia, mas sim os personagens. Não era o extraordinário, mas o cotidiano. Na série original, Rowling dedicou capítulos inteiros a descrever a vida monótona de Harry na casa dos tios antes de apresentar a maravilhosa escola de magia e bruxaria onde ele viveria suas maiores aventuras.

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Mesmo ali, em Hogwarts, ela se permitia distrair da ameaça de Voldemort para mostrar a rotina de estudos das crianças, as aulas de herbologia, as partidas de Quadribol, as férias na casa dos Weasley… Enfim, era o lado humano dos bruxos que nos encantava, o modo como a vida com magia se parecia tanto com nossas singelas vidas trouxas, com apenas alguns feitiços a mais.

É claro que um filme não pode ser comparado a uma série de livros, mas mesmo os filmes da franquia “Harry Potter” conseguiram construir os personagens de forma que pudéssemos “conviver” com eles, e não apenas admirá-los em condições extremas. Em “Animais Fantásticos”, acontece o oposto disso: desde o início, somos apresentados a situações incríveis envolvendo animais mágicos, protestos acalorados contra bruxaria e feitiços sendo usados indiscriminadamente na frente de trouxas (ou “nomaj”, como são chamados nos EUA). Em questão de minutos, já vimos uma criatura destruir um prédio inteiro, um bruxo reconstruir esse prédio e uma bruxa apagar a memória de todos os que testemunharam o fato.

Não que isso não seja empolgante. É claro que é! Os efeitos visuais do filme tornam a magia maravilhosa de se ver e os tais animais fantásticos são uma diversão à parte. O patinho-ornitorrinco é um amor. E as referências são quase um golpe baixo: tenho certeza de que você vai deixar escapar um sorrisinho quando ouvir palavras como “Alohomora” ou “Petrificus Totalus”, e seu coração vai bater mais forte quando o nome “Dumbledore” vier à tona. Mas talvez você não se sinta transportado para dentro daquele mundo, entre aquelas paredes, ao lado daquelas pessoas, como nas outras vezes… Talvez você se sinta como um observador distante, admirado mas não tocado, e logo se esqueça daqueles personagens.

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Aviso, também, que o filme tem um tom cômico forte – que pode provocar risadas ou torções de nariz, dependendo de suas expectativas. As situações são engraçadas, em geral, mas absurdas (mesmo num contexto de fantasia) e a atuação de Eddie Redmayne não ajuda muito a equilibrar essa conta. Ele não entrega nada que o público já não tenha visto em outros papéis e seu Scamander, apesar de simpático, acaba ficando sem personalidade. O mesmo acontece com sua parceira Tina Goldstein (Katherine Waterson), uma funcionária rebaixada do Ministério Bruxo que quer prendê-lo a todo custo. Ela parece uma mulher confiante e poderosa nos primeiros minutos, mas essa imagem logo se dissipa e ela empalidece em meio aos seus colegas. Quem se destaca é a dupla de coadjuvantes formada por Dan Fogler e Alison Sudol, que interpretam um inocente nomaj e a irmã leitora-de-mentes de Tina. Eles, sim, serão seus personagens favoritos.

“Animais Fantásticos e Onde Habitam” é inspirado num livro didático usado pelos estudantes em Hogwarts que foi publicado por Rowling como um guia ilustrado, e depois transformado em longa-metragem junto com a Warner. O filme será o primeiro de cinco longas, que percorrerão 19 anos e provavelmente contarão a história do mago das trevas Grindewald, apresentado nos livros como um antigo amigo e rival de Dumbledore e interpretado neste filme brevemente por Johnny Depp.

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Se o filme vale seu ingresso? Vale sim, especialmente se você é fã de Harry Potter e quer saber o que aconteceu em outros tempos e lugares. Vale, também, se você tem crianças em casa e procura um pouco de fantasia. Não espere, porém, por uma segunda dose daquela febre incurável que foi a saga original: como todos os grandes lançamentos do ano, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” é apenas mais um exemplo de como o cinema de grande escala está precisando, desesperadamente, de novidades. 2017 tem um grande desafio pela frente.

FC! No Ar – Doutor Estranho, A Garota no Trem, Trolls

No programa de hoje, conheça os trailers de “Logan”, nova aventura-solo de Wolverine que estreia em 2017, e “Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar”, especial de quatro episódios que estreia na Netflix em 25/11.
Entre as estreias, saiba o que esperar do suspense “A Garota no Trem”, do novo filme da Marvel, “Doutor Estranho”, e da animação feel good “Trolls”.

Trailer “Logan”: https://youtu.be/KPND6SgkN7Q
Trailer “Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar”: https://youtu.be/DDRIZUlB1zA
Trailer “A Garota no Trem”: https://youtu.be/mdb5sQiQojQ
Trailer “Doutor Estranho”: https://youtu.be/YUfWrIcX4zw
Trailer “Trolls”: https://youtu.be/vWj1VYDXyIM

Confira mais vídeos sobre cinema no canal Fala, Cinéfilo!

 

FC! Especial – Dicas da Mostra (Parte 2)

Para completar nossas dicas da 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, destacamos quatro filmes de quatro países diferentes: o japonês “Depois da Tempestade”, o suíço “Aloys”, o polonês “A Atração” e o americano “O Nascimento de Uma Nação”.

“Depois da Tempestade” estreia nos cinemas no dia 17 de novembro e “O Nascimento de Uma Nação”, no dia 10. Os demais não têm previsão de estreia.

FC! No Ar – Power Rangers, Doutor Estranho e Kubo e As Cordas Mágicas


No programa de hoje, comentamos o primeiro trailer de “Power Rangers”, filme baseado na série clássica que estreia em 2017, e falamos sobre as expectativas sobre “Doutor Estranho” a partir de um vídeo de 15 minutos exibido pela Walt Disney.
Entre as estreias, destacamos a animação “Kubo e As Cordas Mágicas”, o suspense policial e de ação “O Contador”, com Ben Affleck, e a comédia nacional “O Shaolin do Sertão”, do mesmo diretor de “Cine Holliúdy”.

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